ABES divulga o Ranking da Universalização do Saneamento durante o Congresso FENASAN 2017

ABES divulga o Ranking da Universalização do Saneamento durante o Congresso FENASAN 2017

A ABES (A Associação Brasileira de Engenharia Sanitária) lançou durante o Congresso ABES Fenasan 2017 (03/10/2017), no painel da Câmara de Comunicação no Saneamento, o Ranking da Universalização do Saneamento.

A lei 11.445/2007 definiu a universalização do saneamento como um dos seus princípios fundamentais, conceituando-a como “ampliação progressiva do acesso de todos os domicílios ocupados ao saneamento básico”

Essa questão está diretamente ligada aos direitos básicos de saúde e moradia, garantidos pela Constituição Federal.

        No estudo foram avaliados 231 municípios  nos quesitos ​abastecimento de água, coleta de esgoto, tratamento de esgoto, coleta de lixo e destinação de resíduos. E estes foram classificados em 3 faixas, considerando-se também os números de internações por doenças advindas da falta de saneamento. O ranking avalia as condições do saneamento em relação à universalização nas cidades brasileiras com mais de 100.000 habitantes, totalizando 231 municípios.  Os municípios que compõem o ranking foram agrupados em três categorias, sendo elas:

  • ​Rumo à universalização: 6%

  • Compromisso com a universalização: 18%

  • Primeiros passos: 76%

Confira o ranking detalhado e maiores informações: Ranking ABES universalização saneamento

        Em função da intrínseca relação entre saneamento e saúde, o estudo correlacionou os resultados às DRSAI – Doenças Relacionadas ao Saneamento Ambiental Inadequado de cada município, chegando a resultados muito conclusivos.  O estudo identificou que os municípios melhor posicionados no ranking da universalização do saneamento apresentaram menores taxas de internações por DRSAI. O inverso também ocorreu: municípios com as menores pontuações obtiveram taxas maiores de internações e de mortalidade.

        A ISM Engenharia reitera o papel fundamental do saneamento básico na sociedade. Municípios dotados do sistema de saneamento têm diversos benefícios sociais e econômicos. Muitas vezes a falta de investimento público é o fator limitante para tais projetos. No entanto, o relatório emitido pela ABES é mais um documento que comprova a relação intrínseca entre saneamento e saúde; uma vez que na falta do primeiro, o capital investido no segundo aumenta consideravelmente.

Fonte: ABES (A Associação Brasileira de Engenharia Sanitária)

2017-10-31T11:34:49+00:00 04/10/2017|Notícias|